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© 2019 por Rede Pesquisa Clínica e Aplicada em Chikungunya (Replick)

CONHEÇA O CHIKUNGUNYA

A febre pelo vírus Chikungunya é um arbovírus, ou seja, aqueles transmitidos por picadas de insetos, especialmente mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus). Foi identificado no Brasil pela primeira vez em 2014, tendo sido isolada pela primeira vez em 1952, na Tanzânia.

A infecção pela doença pode ser identificada através de febre, dor de cabeça, mal-estar, dores no corpo e nas juntas e articulações (joelhos, cotovelos, tornozelos, entr). O quadro agudo dura até 15 dias e a cura ocorre espontaneamente. A pessoa infectada pode apresentar, em alguns casos, manchas vermelhas ou bolhas pelo corpo nesse período.

Algumas pessoas podem ainda desenvolver um quadro pós-agudo e crônico de Chikungunya, resultando em dores nas juntas que podem durar meses ou anos. É importante destacar que uma vez infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Não existem vacinas ou medicamentos contra Chikungunya. A única forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo os domicílios sempre limpos e eliminando possíveis criadouros.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, até a semana 11 de 2019 (30/12/2018 a 16/03/2019), oram registrados 12.942 casos prováveis de Chikungunya no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil habitantes. Nesse mesmo período, em 2018, foram 23.484 casos prováveis. Em 2019, a região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis da doença, com 8.536 casos (66,0 %) em relação ao total do país. Em seguida, aparecem as regiões Norte (2.139 casos; 16,5%), Nordeste (1.786 casos; 13,8 %), Centro-Oeste (293 casos; 2,3 %) e Sul (188 casos; 1,5 %). Em 2019, não foram confirmados óbitos por Chikungunya e existem 14 óbitos em investigação. No mesmo período de 2018, foram confirmados 9 óbitos (1 na Paraíba, 4 no Rio de Janeiro, 4 no Mato Grosso). Saiba mais sobre a doença no site do Ministério da Saúde.

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